Reféns (Trespass), suspense dramático e criminal de Joel Schumacher, 2011.
Enredo:
Kyle Miller (Nicholas Cage) fez fortuna negociando diamantes. Construiu para si, sua esposa, Sarah (Nicole Kidman), e a filha (Liana Liberato) uma vida de muito luxo, como deixam claro o carro que dirige e a mansão onde vivem. Mas isto teve um preço: Kyle não conseguiu dar atenção à esposa e filha. Mas as coisas podem piorar, e é o que ocorre quando quatro violentos mascarados conseguem ultrapassar o moderno sistema de segurança e vigilância da casa e fazer o casal Miller refém, para obter os diamantes que estariam no cofre. Mas Kyle sente que, se der aos bandidos o que querem, a família será assassinada. E torce para que a filha não chegue logo em casa. Os momentos são de agonia e à medida que a interação entre bandidos e reféns aumenta, percebemos que pode haver algo mais por trás desta ação do que um simples roubo. Por que Sarah olha de maneira estranha um dos criminosos? Será que Kyle tem algo mais a esconder do que os diamantes? Por que há momentos em que o chefe do bando não parece estar no comando da situação?
Avaliação: Pensei que fosse “mais um daqueles filmes de sequestro envolvendo família pacata, mas que tem lá suas crises”. Fui totalmente desencorajado, sem ter visto trailer ou lido críticas. E fomos todos bem surpreendidos, Nancy, Danon, Sarah e eu. Pensando rapidamente nos últimos anos, vêm à lembrança “Casa de Vidro” (que, como crime, tinha uma abordagem diferente, mas, como suspense, seguia a mesma linha e era assustador), “Refém” (“Hostage”), ótimo filme com Bruce Willis, “Encurralados” (com Pierce Brosnan) e “Encurralada”, com Charlize Theron. Assim, talvez fosse difícil conseguir algo melhor. E este filme realmente não o faz, mas traz várias surpresas e muitas reviravoltas, como era de se esperar de um bom suspense do estilo.