Passageiros (Passengers), suspense de mistério dramático com toque romântico de Rodrigo Garcia, 2008.
Enredo: Quando um avião cai e deixa poucos sobreviventes, a Dra. Claire Summers (Anne Hathaway) é chamada para lidar com os traumas dos sobreviventes. Mas um deles, Eric (Patrick Wilson) está num estado estranhamente eufórico e parece ter adquirido uma percepção extra-sensorial: conhece detalhes da vida de Claire, com quem nunca tinha tido contato, e parece desafiar a morte com sucesso. Ele recusa ajuda, mas sente-se bem conversando com ela, então Claire concorda em visitá-lo, sem tratá-lo como paciente – mas ela sabe dos riscos de cruzar a fronteira entre o lado pessoal e o profissional. Enquanto isto, as sessões com os pacientes revelam conflitos sobre o que teria acontecido: uns teriam visto uma explosão num dos motores ainda em pleno voo, outros estão certos de que a explosão só teria ocorrido no contato com o solo. Claire vai se convencendo de que a companhia aérea quer esconder sua culpa, mas seu chefe (Andre Braugher) não lhe parece dar crédito e o funcionário da companhia aérea que acompanha as investigações (David Morse) diz que ela está se deixando afetar pelas percepções dos sobreviventes, que , segundo ele, se encontram “muito suscetíveis a influências externas”. Paranoia? Mas quem é o misterioso homem que espiona as sessões de terapia? O que significam as estranhas visões de Eric? Por que os pacientes que alegam ter visto a explosão durante o voo começam a desaparecer? Há algo escondido sob as aparentemente boas intenções da vizinha (Dianne Wiest) de Claire?
Avaliação: Mais um daqueles filmes que quis assistir no cinema, mas que ficou pouco tempo em cartaz. Acabamos vendo em DVD. O começo tem um clima de mistério, mas não prende muito. A partir de certo ponto, no entanto, o suspense fica mais forte, levando a um final belo e, ao mesmo tempo, surpreendente. Muito bom.