VEJA SP 11/11/09
http://veja.abril.com.br/111109/leitor.shtml
SobeDesce
Com o apoio de Chico Buarque ao MST (SobeDesce, 4 de novembro) e de Oliver Stone e Sean Penn a Chávez, fica claro que ser artista cult não significa necessariamente ser inteligente ou culto.
Roberto Blatt
São Paulo, SP
VEJA SP 07/10/09
(http://vejasaopaulo.abril.com.br/revista/vejasp/edicoes/2133/cartas-2133-502833.html)
Ivan Ângelo
Mais uma excelente crônica de Ivan Angelo (‘A evolução do flanelinha’, 30 de setembro). Quanto ao fato de os flanelinhas não estarem mais utilizando o instrumento que lhes deu o nome, discordo: eles ainda o usam, mas apenas para polir suas caras-de-pau.
ROBERTO BLATT
INFO Exame – Outubro/09 (02/10/09: não disponível no site)
Petrochantagem
A matéria Será o fim da gasolina? (setembro/09) é um alento. Os biocombustíveis servirão para resolver dois graves problemas do mundo moderno: a poluição e a “petrochantagem”, que leva governos democráticos a apoiar regimes tirânicos por causa do petróleo. Fico feliz que o Brasil faça parte da solução desses problemas.
Roberto Blatt
São Paulo (SP)
Você S/A setembro/09 (não disponível no site)
Ponto de Vista
Concordo plenamente com o embaixador Marcos de Azambuja (Estamos Recriando o Mundo, agosto): apesar de, por vezes, quase perder a esperança na Humanidade, fica-me nítido que há mais criação do que destruição. Guerras, ditaduras, perseguições e genocídios são freqüentes, mas não são a “marca registrada” do ser humano.
Roberto Blatt
São Paulo, SP
VEJA SP 09/09/09
(http://vejasaopaulo.abril.com.br/revista/vejasp/edicoes/2129/hospital-militar-496624.html) [A respeito de homenagem aos policiais militares feridos em combate e do hospital que os trata]
Uma justa e bela homenagem aos tombados em combate e aos que deles cuidam.
Roberto Blatt
INFO Exame – Agosto/09 (06/08/09: não disponível no site)
COREIA DO NORTE
A Info de julho/09 abordou os dois lados da preservação da intimidade com o advento da internet. Por um lado, como diz o artigo Cadê a Coreia do Norte?, deve-se poder expor regimes ditatoriais como o norte-coreano e o iraniano. Por outro, a reportagem A Tecnologia do Crime mostrou que quadrilhas usam o Google Earth para mapear falhas de segurança em condomínios. Estou com o autor do artigo. A multidão de beneficiados é maior que a de prejudicados.
ROBERTO BLATT
SÃO PAULO (SP)
ÉPOCA 13/07/09
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI81834-15219,00.html
“ÉPOCA trouxe uma pesquisa inédita com deputados e senadores, revelando suas opiniões sobre a corrupção, seus salários, redes de apoio e eficiência”
Carta da semana
“Depois de ler a reportagem e a coluna de Fernando Abrucio, tive a certeza de que os senhores congressistas é que habitam Neverland”
Roberto Blatt,
São Paulo, SP
Você S/A julho/09
O novo líder
O headhunter Luiz Cabrera toca em um ponto crucial na gestão de negócios (O Líder Sustentável, junho): para alguns gestores, somente a condução dos negócios com mão de ferro leva ao sucesso. Líderes que não estão focados nas pessoas não são sustentáveis.
Roberto Blatt, São Paulo, SP
VEJA 08/07/09
http://veja.abril.com.br/080709/leitor.shtml
Esperamos que a celeuma provocada pela morte do ídolo pop Michael Jackson alerte para o problema do mau uso dos medicamentos e da automedicação.
Roberto Blatt
São Paulo, SP
Você S/A janeiro/09
Sem modismos
É reconfortante ouvir vozes dissonantes como a do Professor Hermano Thiry-Cherques em Líderes pra Quê? (dezembro), questionando modismos como o culto à liderança. O líder é importante, mas não deve ser endeusado. Passamos a ter na palavra “líder” mais um chavão como “reengenharia” (que ele mesmo cita) ou obviedades como “foco no cliente”, “agregar valor”. Um componente de direção formal, com hierarquia convencional, também é, segundo o professor, uma receita para o êxito.
Roberto Blatt, São Paulo, SP
http://veja.abril.com.br/221008/leitor.shtml
Robert Shiller
O economista americano Robert Shiller (“Deixemos de lado as mitologias de esquerda e direita“, 15 de outubro) está certíssimo ao afirmar que é necessário disseminar informação. Como ele diz, “a maioria das pessoas que adquiriram hipotecas subprime não sabia que as taxas eram reajustáveis”. Quem oferece essas transações está vendendo um produto perigoso – uma potente bomba de efeito retardado – e deveria fornecer instruções bem claras, no lugar de simplesmente “lavar as mãos” ao coletar a assinatura num contrato.
Roberto Blatt
São Paulo, SP
http://veja.abril.com.br/081008/leitor.shtml
["Pró-Culpa", de J. R. Guzzo, 1º de outubro]
Num país onde há tanta desigualdade e tantos miseráveis e onde ganham as manchetes inúmeros casos de riqueza obtida através de meios ilícitos (ou, no mínimo, suspeitos), acabamos nos sentindo constrangidos ao expor qualquer sucesso, mesmo quando obtido por méritos próprios.
Roberto Blatt
São Paulo, SP
http://vejasaopaulo.abril.com.br/revista/vejasp/edicoes/2074/m0166140.html:
Walcyr Carrasco
Sua crônica “O desgaste das palavras” (13 de agosto) estava primorosa. Há tempos eu vinha lamentando a disseminação dos “grandes abraços” e das variantes, como “fortes abraços”. Ainda mais porque muitas dessas expressões vinham de pessoas com quem eu mal tinha contato e soavam como notas de 15 reais. Será que, ao vivo, alguém abraçaria com tal vigor? E o “beijo no coração”? Eu, hein? Nada de bactérias salivares no meu coração.
Roberto Blatt

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