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	<title>Blog do Roberto Blatt (Roby)</title>
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	<description>Filmes, Livros, dicas de Informática e outras coisas mais</description>
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		<title>Blog do Roberto Blatt (Roby)</title>
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		<title>A Noite (La Nuit)</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 17:19:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Noite (La Nuit), drama autobiográfico e histórico de Elie Wiesel. C
		
Ao ganhar o Nobel da Paz, Elie Wiesel discursou: &#8220;Eu me lembro: aconteceu ontem ou eternidades atrás. Um garoto judeu descobriu o reino da noite&#8230; Lembro-me de sua angústia&#8230; O gueto. A deportação. O vagão de gado selado. O altar de fogo sobre o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rblatt.wordpress.com&blog=4719784&post=1849&subd=rblatt&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><strong>A Noite (La Nuit), </strong>drama autobiográfico e histórico de Elie Wiesel. </span><span style="font-family:Wingdings;font-size:20pt;background-color:yellow;">C</span><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><br />
		</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;">Ao ganhar o Nobel da Paz, Elie Wiesel discursou: &#8220;Eu me lembro: aconteceu ontem ou eternidades atrás. Um garoto judeu descobriu o reino da noite&#8230; Lembro-me de sua angústia&#8230; O gueto. A deportação. O vagão de gado selado. O altar de fogo sobre o qual a história de nosso povo e o futuro da humanidade seriam sacrificados&#8230;&#8221;.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;">Elie Wiesel tinha 16 anos ao ser libertado do campo de concentração de Buchenwald, para onde tinha sido transferido com seu pai, vindo de Auschwitz-Birkenau. Perdera a mãe e uma irmã nas câmaras de gás, logo que chegara ao campo. O livro fala sobre este reino da noite que se abateu sobre os judeus e outras minorias perseguidas pelos nazistas. O livro, relativamente curto, mas muito forte e impressionante, foi escrito a partir de um longo manuscrito de nome &#8220;E o Mundo Silenciou&#8221; (&#8220;Und die Welt Hot Geshvign&#8221;), e, publicado em 1958, tornou-se um best-seller anos mais tarde (<a href="http://www.msnbc.msn.com/id/10879079/">Oprah Winfrey</a> colaborou com isto ao recomendá-lo em seu Clube do Livro, em 2006).<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;">Uma narrativa seca, direta e excepcional, que nos faz sentir a revolta e a angústia do garoto de 16 anos que tenta entender como seres humanos poderiam perpetrar atos tão além da compreensão do próprio ser humano, como os vividos por ele. (trecho disponível em <a href="http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT1195369-1655,00.html">http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT1195369-1655,00.html</a>).<br />
</span></p>
Posted in Biografia, Drama, Guerra, História, Livros  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rblatt.wordpress.com/1849/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rblatt.wordpress.com/1849/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rblatt.wordpress.com/1849/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rblatt.wordpress.com/1849/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rblatt.wordpress.com/1849/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rblatt.wordpress.com/1849/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rblatt.wordpress.com/1849/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rblatt.wordpress.com/1849/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rblatt.wordpress.com/1849/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rblatt.wordpress.com/1849/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rblatt.wordpress.com&blog=4719784&post=1849&subd=rblatt&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>O Barato de Grace (Saving Grace)</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 00:50:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rblatt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comédia]]></category>
		<category><![CDATA[Criminal]]></category>
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		<category><![CDATA[Filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[O Barato de Grace (Saving Grace), comédia com toques dramáticos e criminais de Nigel Cole, 2000. 
		
Enredo: Grace (Brenda Blethyn) acaba de enviuvar.  Ela logo descobre que a herança que seu marido lhe deixou resume-se a enormes dívidas, que vão consumindo seu patrimônio e põem em risco inclusive sua adorada casa. Matthew (Craig Ferguson) [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rblatt.wordpress.com&blog=4719784&post=1843&subd=rblatt&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><strong>O Barato de Grace (Saving Grace), </strong>comédia com toques dramáticos e criminais de Nigel Cole, 2000. </span><span style="font-family:Wingdings;font-size:20pt;background-color:yellow;"></span><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><br />
		</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><span style="text-decoration:underline;">Enredo</span>: Grace (Brenda Blethyn) acaba de enviuvar.  Ela logo descobre que a herança que seu marido lhe deixou resume-se a enormes dívidas, que vão consumindo seu patrimônio e põem em risco inclusive sua adorada casa. Matthew (Craig Ferguson) faz toda a sorte de quebra-galhos para Grace. Ele quer casar, mas não tem dinheiro, o que o leva a uma solução inusitada: cultivar a planta de maconha que acaba de comprar com muito esforço. Mas ele não tem habilidade para isto e pode perder sua cara preciosidade. É aí que entram as grandes habilidades de jardinagem da certinha Grace – ou ex-certinha – já que ela vislumbra sua redenção financeira na multiplicação da plantinha. A noiva de Matthew é avessa ao plano, pois está grávida e isto seria a diferença entre o noivo ser preso como consumidor ou traficante. Ele não sabe da gravidez, mas Grace, sim, e, para proteger Matthew, assume a dianteira do contato com os &#8220;clientes&#8221;. O importante é manter a discrição, mas, neste vilarejo, isto é impossível. Agora, todos por lá torcem para o negócio de Grace e Matthew dar certo. Mas lá se foi o segredo e a polícia pode chegar até eles – e a estufa de Grace está repleta com mais de 20 quilos de maconha árdua e rapidamente cultivada.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><span style="text-decoration:underline;">Avaliação</span>: Mais um filme cuja resenha li à época do lançamento, mas que, por não botar fé, optei por não ver na telona. Uma perda que repusemos vendo no cabo. Valeu! Discreto humor inglês, todos os personagens são simpáticos (até mesmo o perigoso traficante interpretado por Tchéky Karyo), as situações são muito legais – as cenas campeãs são as dos habitantes da vila sentados e esperando as pouco discretas luzes da estufa serem acesas para acelerar o crescimento das plantinhas, luzes que acabam por iluminar todo o vilarejo. Ou as velhinhas maravilhadas com o chá obtido com as plantinhas. Gostei; a Sarah adorou!<br />
</span></p>
Posted in Comédia, Criminal, Drama, Filmes  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rblatt.wordpress.com/1843/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rblatt.wordpress.com/1843/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rblatt.wordpress.com/1843/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rblatt.wordpress.com/1843/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rblatt.wordpress.com/1843/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rblatt.wordpress.com/1843/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rblatt.wordpress.com/1843/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rblatt.wordpress.com/1843/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rblatt.wordpress.com/1843/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rblatt.wordpress.com/1843/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rblatt.wordpress.com&blog=4719784&post=1843&subd=rblatt&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Antes Que o Diabo Saiba que Você Está Morto (Before the Devil Knows You&#8217;re Dead)</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 00:49:54 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Criminal]]></category>
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		<description><![CDATA[Antes Que o Diabo Saiba que Você Está Morto (Before the Devil Knows You&#8217;re Dead), drama criminal de Sidney Lumet, 2007. 
		
Enredo: Hank Hanson (Ethan Hawke) está afundado em dívidas e já atrasou a pensão da filha por três meses; além da filha, os únicos momentos felizes são proporcionados pela cunhada, Gina (Marisa Tomei), com [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rblatt.wordpress.com&blog=4719784&post=1842&subd=rblatt&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><strong>Antes Que o Diabo Saiba que Você Está Morto (Before the Devil Knows You&#8217;re Dead),</strong> drama criminal de Sidney Lumet, 2007. </span><span style="font-family:Wingdings;font-size:20pt;background-color:yellow;"></span><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><br />
		</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><span style="text-decoration:underline;">Enredo</span>: Hank Hanson (Ethan Hawke) está afundado em dívidas e já atrasou a pensão da filha por três meses; além da filha, os únicos momentos felizes são proporcionados pela cunhada, Gina (Marisa Tomei), com quem mantém um caso secreto. Seu irmão Andy (Philip Seymour Hoffman) precisa de dinheiro tanto para cobrir os desfalques dados na empresa onde trabalha (e onde em breve haverá uma auditoria) como para sustentar seu vício em cocaína e a vida de luxo que leva com Gina. A idéia brilhante de Andy: um assalto à joalheira dos próprios pais (Albert Finney e Rosemary Harris), que, em tese, não sofreriam prejuízo já que haveria cobertura do seguro. E não haveria vítimas, já que não haveria armas, apenas uma ameaça à totalmente indefesa funcionária. Após ser c convencido pelo irmão a realizar o ato, o pacato Hank recruta um conhecido (Brian F. O&#8217;Byrne). Mas o plano não corre como o planejado: o assaltante e a funcionária trocam tiros; ele morre e ela fica à beira da morte.   O pior: a pessoa gravemente ferida na joalheria é a Sra. Hanson – mãe dos irmãos &#8211; que excepcionalmente cobria uma folga da funcionária! E mais: o cunhado (Michael Shannon) do assaltante ameaça Hank para que ele &#8220;pague uma pensão&#8221; para sua irmã viúva (Aleksa Palladino). Os dois irmãos estão sem o dinheiro que viria do assalto, lotados de dívidas, com a mãe em coma no hospital e com o pai investigando o crime por conta própria e cada vez mais se aproximando da verdade.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><span style="color:black;"><span style="text-decoration:underline;">Avaliação</span>: </span>Mais um daqueles que você lê a resenha e não se convence a ver no cinema. Mais uma grande perda, que recuperamos vendo no cabo. Tragédia pesada, com enredo bem engendrado e um final forte e inesperado. Valeu dormir tarde para assisti-lo. Filmaço, apesar de alguns momentos mais lentos. Coincidentemente, trata de tema parecido com &#8220;A Travessia de Cassandra&#8221;, filme do mesmo ano e de Woody Allen, que também tratava de dois irmãos não afeitos ao crime e que se unem para cometer um assassinato. Mas este é ainda melhor.<br />
</span></p>
Posted in Criminal, Drama, Filmes  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rblatt.wordpress.com/1842/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rblatt.wordpress.com/1842/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rblatt.wordpress.com/1842/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rblatt.wordpress.com/1842/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rblatt.wordpress.com/1842/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rblatt.wordpress.com/1842/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rblatt.wordpress.com/1842/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rblatt.wordpress.com/1842/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rblatt.wordpress.com/1842/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rblatt.wordpress.com/1842/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rblatt.wordpress.com&blog=4719784&post=1842&subd=rblatt&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Bastardos Inglórios (Inglourious Basterds/Inglorious Bastards)</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 00:49:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Bastardos Inglórios (Inglourious Basterds/Inglorious Bastards), suspense e ação de guerra roteirizado e dirigido por Quentin Tarantino, 2009. C
		
Enredo: O frio, sádico, metódico e sagaz coronel Hans Landa (Christoph Waltz), &#8220;o caçador de judeus&#8221; está em mais uma missão, à procura de uma família escondida nos campos da França. A pressão que ele exerce sobre o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rblatt.wordpress.com&blog=4719784&post=1841&subd=rblatt&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><strong>Bastardos Inglórios (Inglourious Basterds/Inglorious Bastards), </strong>suspense e ação de guerra roteirizado e dirigido por Quentin Tarantino, 2009. </span><span style="font-family:Wingdings;font-size:20pt;"><span style="background-color:yellow;">C</span><br />
		</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><span style="text-decoration:underline;">Enredo</span>: O frio, sádico, metódico e sagaz coronel Hans Landa (Christoph Waltz), &#8220;o caçador de judeus&#8221; está em mais uma missão, à procura de uma família escondida nos campos da França. A pressão que ele exerce sobre o pobre fazendeiro Perrier LaPadite (Denis Menochet) é irresistível. Do massacre que se segue, escapa apenas a jovem Shosanna Dreyfus (Mélanie Laurent). Enquanto isto, o tenente Aldo Raines (Brad Pitt), um descendente de indígenas americanos com contas particulares a acertar com os nazistas, acaba de montar seu pelotão de judeus, os &#8220;Bastardos Inglórios&#8221;, cada um deles com a missão de lhe trazer cem escalpos nazistas – objetivo que, diga-se, perseguem com gosto, tornando-se o terror dos alemães. Os poucos nazistas liberados pelos bastardos se prestam a contar suas experiências assustadoras nas mãos dos americanos, especialmente nas do sargento Donny Donowitz (Eli Roth) e seu taco de beisebol. Enquanto isto&#8230; Shosanna, que assumiu a identidade de Emmanuelle Mimieux, pretensa herdeira de um cinema em Paris, deixado pelos falecidos, recusa o assédio do soldado Frederick Zoller (Daniel Brühl), até que descobre que ele é um herói nazista e favorito do ministro da Propaganda, Goebbels (Sylvester Groth) e mais, que seu cinema poderia servir para o lançamento de um poderoso filme de propaganda nazista com o próprio Zoller – com a presença de toda a cúpula nazista, incluindo Hitler (Martin Wuttke). E, mais uma vez, voltamos ao tenente Raines e seus homens, agora na companhia de um enviado inglês, o sargento Archie Hicox (Michael Fassbender), também com a missão de atacar o cinema e dizimar os nazistas no local. Isto se a ajuda da espiã dupla Bridget von Hammersmark (Diane Kruger) for mesmo sincera e se ele, novamente ele, o sagaz Hans Landa, não estragar os planos tanto de Hicox, como de Shosanna.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><span style="color:black;"><span style="text-decoration:underline;">Avaliação</span>: O tema interessou-me muito, mas o trailer tirou-me a vontade de ver o filme. Após </span>ler três críticas super favoráveis (até uma reportagem de capa de revista semanal), fiquei tentado a assistir. .  Minha mãe e uma amiga adoraram, meu irmão e cunhada, idem, então&#8230; Apesar dos nossos cinéfilos amigos Marjory e Marcelo não terem alcançado o que esperavam, fomos tirar a prova. E o filme justificou a ida. <span style="color:black;">Tarantino foi muito feliz na escolha do tema e no seu desenvolvimento e prestou um tributo aos que morreram vitimados pelo nazismo. </span>Suspense de prender na cadeira em diversos momentos (os vinte primeiros minutos são um crescendo de terror), diálogos afiados (vá lá que com alguns momentos cansativos em alguns deles), personagens interessantes, algumas boas tiradas (com Brad Pitt e mesmo com o vilão de Christoph Waltz, que dão um show) – apenas cuidado com algumas cenas mais fortes (tipo as de escalpamento, mas, oras, isto é um filme de Tarantino&#8230;). E aquela sensação de vingança realizada a cada ato dos nossos heróis&#8230; Mesmo que eles nem sempre se dêem bem. <span style="color:black;">Ah, se tivéssemos tido tantos soldados assim na segunda guerra, com permissão para matar nazistas (e até o dever de fazê-lo).<br />
</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><span style="color:black;">Obs.: A atriz Mélanie Laurent (excelente, aliás), que é judia, leu o script e o adorou, pois sempre quis poder ter matado Hitler. Incentivada ainda mais pelo avô, fez o filme por sua família.</span><br />
		</span></p>
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		<title>Trovão Tropical (Tropic Thunder)</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 00:48:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rblatt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comédia]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra]]></category>

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		<description><![CDATA[Trovão Tropical (Tropic Thunder), comédia de guerra dirigida e produzida por Ben Stiller, 2008.

Enredo: Atores caros e que não se acertam em cena, &#8220;primas-donas&#8221; se desentendendo. É a produção de &#8220;Trovão Tropical&#8221;, um filme caríssimo sobre a guerra do Vietnã, do excêntrico Les Grossman (Tom Cruise, quase irreconhecível), vai mal. E piora quando o especialista [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rblatt.wordpress.com&blog=4719784&post=1840&subd=rblatt&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><strong>Trovão Tropical (Tropic Thunder)</strong>, comédia de guerra dirigida e produzida por Ben Stiller, 2008.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><span style="text-decoration:underline;">Enredo</span>: Atores caros e que não se acertam em cena, &#8220;primas-donas&#8221; se desentendendo. É a produção de &#8220;Trovão Tropical&#8221;, um filme caríssimo sobre a guerra do Vietnã, do excêntrico Les Grossman (Tom Cruise, quase irreconhecível), vai mal. E piora quando o especialista em explosões Cody (Danny R. McBride) interpreta erradamente um sinal do diretor Damien Cockburn (Steve Coogan) e põe pelos ares – antes da hora – todo o cenário. É o fim da picada para o roteirista e veterano de guerra John &#8220;Quatro Folhas&#8221; Tayback (Nick Nolte), que dá uma idéia prontamente acatada por Cody e Damien: filmar numa selva de verdade e de tal modo que os atores &#8220;sintam o clima&#8221;. Ele só não se tocou que a selva escolhida abriga perigosíssimos produtores e traficantes de heroína, no Triângulo Dourado da Ásia. Assim é que ele e Cody são logo capturados, o diretor literalmente perde a cabeça e o elenco entra realmente em ação. Armados com tiros de festim, mas desta vez munidos de gana, eles se deliciam ao perceber que os intérpretes dos vietcongues estão levando a sério as &#8220;filmagens&#8221;. Mal sabem, eles&#8230; E assim, o rapper Alpa Chino (Brandon T. Jackson) – que pensa que é mesmo Al Pacino -, o astro decadente Tugg Speedman (Ben Stiller), o astro de filmes de baixa categoria e viciado em heroína Jeff &#8220;Fatty&#8221; Portnoy (Jack Black), o cinco-vezes-vencedor-do-Oscar Kirk Lazarus (Robert Downey Jr.) e o ator-novato-cujo-nome-ninguém-sabe Kevin Sandusky (Jay Baruchel) vão ter que descobrir à força que focinho de porco não é tomada e que a ajuda pode vir de onde menos se espera (no caso, o desprezado Sandusky)&#8230; Acompanhados pelo veterano-não-tão-veterano Quatro Folhas e pelo fanático-por-uma-explosãozinha Cody.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><span style="text-decoration:underline;">Avaliação</span>: Quando passou no cinema, esforcei-me para vê-lo, mas acabei perdendo o filme; a Sarah não era muito fã da idéia&#8230; Críticas positivas à idéia de Ben Stiller, Robert Downey Jr. concorrendo ao Oscar (ele está mesmo ótimo no papel de um ator loiro e de olhos azuis que faz até cirurgia para mudar a cor da pele e encarnar até as últimas conseqüências um soldado negro) não me deixaram desistir do filme, e acabamos vendo-o no cabo. A Sarah deu poucas risadas, mas, no geral, não gostou. . Engraçado, tipo pastelão, mas nada de especial. Tem umas cenas boas de rir e vale mesmo é pelo Lazarus de Downey Jr. sentindo-se negro de verdade, e por Jack Black fazendo o seu Portnoy em luta contra uma crise de abstinência (e bem no meio do &#8220;paraíso&#8221;, uma fábrica de heroína).<br />
</span></p>
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		<title>O Seqüestro do Metrô (The Taking of Pelham 123)</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 01:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rblatt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Suspense]]></category>

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		<description><![CDATA[O Seqüestro do Metrô (The Taking of Pelham 123), ação e suspense policial de Tony Scott, 2009. C		
Enredo: Este definitivamente não é o dia de sorte para Walter Garber (Denzel Washington). Afastado de suas funções no alto escalão do metrô de Nova Iorque por suspeita de suborno, ele agora ocupa uma mesa de operações de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rblatt.wordpress.com&blog=4719784&post=1834&subd=rblatt&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><strong>O Seqüestro do Metrô (The Taking of Pelham 123), </strong>ação e suspense policial de Tony Scott, 2009. </span><span style="font-family:Wingdings;font-size:20pt;"><span style="background-color:yellow;">C</span>		</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><span style="text-decoration:underline;">Enredo</span>: Este definitivamente não é o dia de sorte para Walter Garber (Denzel Washington). Afastado de suas funções no alto escalão do metrô de Nova Iorque por suspeita de suborno, ele agora ocupa uma mesa de operações de tráfego, enquanto tramitam as investigações. Não bastasse isto, ele é quem recebe a ligação de um seqüestrador que usa o nome de Ryder (John Travolta), e cujo grupo tomou o trem das 1.23 da estação de Pelham, ameaçando matar uma <em>commodity </em>(leia-se &#8220;passageiro&#8221;) por minuto se não receber um milhão de dólares em uma hora. E Ryder mostra o quão sérias são suas intenções eliminando um refém ao se sentir desafiado, logo de início. Mas o suplício de Garber não acabou, pois o seqüestrador exige que ele seja seu único interlocutor, o que leva o negociador da polícia (John Turturro) a suspeitar que Garber esteja envolvido na ação. Porém, logo fica claro que Ryder tem outra fonte de informações e o policial percebe que Garber será a peça chave para evitar que o irascível Ryder perca o controle. Isto se o dinheiro prometido pelo prefeito (James Gandolfini) atravessar o caos nova-iorquino e chegar a tempo de evitar mais mortes. É muita variável para administrar&#8230;<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><span style="color:black;"><span style="text-decoration:underline;">Avaliação</span>: </span>O trailer não me agradou, a crítica em geral sinalizou que o filme não cativa, mas nossos amigos Ruth e Davi disseram que é de prender na cadeira, e minha mãe achou bom (não tanto quanto o contemporâneo &#8220;A Órfã&#8221;, mas&#8230;). Então, fomos tirar a prova. E gostamos muito. É de prender na cadeira mesmo, a tensão é crescente e eu apenas dispensaria aqueles clichês de carros correndo por Nova Iorque, com perseguições e acidentes.  Não consigo comparar com o original dos anos 70 (que era mais fiel ao livro), porque o vi apenas à época. Eu diria que este é bem mais violento e sei que o finalzinho da estória é outro (acho que o do primeiro era mais legal). Saindo de cartaz, aproveitem.<br />
</span></p>
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		<title>A Duquesa (The Duchess)</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 03:46:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rblatt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Drama]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Romance]]></category>

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		<description><![CDATA[A Duquesa (The Duchess), drama romântico e biográfico de Simon Dibb, 2008. C
		
Enredo: Lady Spencer tem uma vida infeliz ao lado do marido, o nobre mais influente da Inglaterra, que casara com ela porque vinha de uma &#8220;boa família&#8221;. Tinha dinheiro, era jovem, bonita e poderia proporcionar o que à época se esperava de uma [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rblatt.wordpress.com&blog=4719784&post=1817&subd=rblatt&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><strong>A Duquesa (The Duchess)</strong>, drama romântico e biográfico de Simon Dibb, 2008. </span><span style="font-family:Wingdings;font-size:20pt;background-color:yellow;">C</span><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><br />
		</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><span style="text-decoration:underline;">Enredo</span>: Lady Spencer tem uma vida infeliz ao lado do marido, o nobre mais influente da Inglaterra, que casara com ela porque vinha de uma &#8220;boa família&#8221;. Tinha dinheiro, era jovem, bonita e poderia proporcionar o que à época se esperava de uma esposa, &#8220;lealdade e um herdeiro homem&#8221;. Ele era apático, calado e desinteressante. Ela, uma referência da moda, sempre presente nos encontros sociais, nos carteados, divertindo os convivas e adorando envolver-se com a política, tendo, apesar da origem nobre, seus pendores liberais.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Acabamos de falar de Lady Diana Spencer e o Príncipe Charles? Não, de Lady Georgiana Spencer (Keira Knightley) e de Sir William Cavendish (Ralph Fiennes), duque de Devonshire. Mas vê-se que Lady Di parecia carregar nos genes a infelicidade no casamento&#8230; o que se ressalta por conta do parentesco entre as duas ladies.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Georgiana fica efusiva ao perceber que atraíra a atenção do duque e logo aceita a idéia de casar-se com ele, apesar da tenra idade (ela tinha 17 anos) e da grande diferença etária entre ambos. . Incitada pela mãe (Charlotte Rampling) a deixar de lado seus logo descobertos problemas conjugais em troca de uma vida confortável, Georgiana busca levar à frente o casamento. Mas, o duque, desde a noite de núpcias, cumpre o ritual do amor com extrema frieza, sem carinho algum, sentimento que só demonstra com os seus cães&#8230; Para agravar a humilhação de Lady Spencer, o duque não faz muita questão de esconder as amantes que traz ao castelo; pelo contrário, traz também uma filha ilegítima e obriga a duquesa a conviver numa relação a três, colocando à mesa a amante. As reclamações da esposa merecem como respostas &#8220;quem tem o dinheiro e o mando aqui sou eu&#8221; e &#8220;você tem dois deveres acertados comigo: a lealdade e um herdeiro homem&#8221;. Inútil Georgiana recorrer à mãe, pois esta, mesmo revoltando-se com a situação, nada faz senão ceder ao &#8220;realismo&#8221; e despachar a filha de volta, submissa. Neste final de século XVIII, homens podiam ter amantes às claras; mulheres, nem pensar.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Por seu lado, a duquesa nunca deixara de cultivar a paixão adolescente por Charles Gray (Dominic Cooper). Nesta época que precedia a independência americana e a revolução francesa a duquesa confere seu apoio aos liberais Gray e Charles Fox (Simon McBurney). Enquanto isto, percebendo que a recém-chegada Lady Bess Foster (Hayley Atwell) pode vir a se tornar sua rival, a duquesa cultiva uma aproximação e as duas acabam por se tornarem grandes amigas. Georgiana parece ter controlado a situação e, sabendo que Lady Bess apanhava do marido e que este lhe proibira de ver seus filhos e tinha cortado seus proventos, convence o duque a abrigá-la no castelo. Apesar da grande amizade das duas e do incentivo de Bess ao relacionamento de Georgiana com Charles Grey, esta aproximação das duas pode vir a representar um grande risco, com pesadas conseqüências (mas, aos poucos, entendemos a posição de Bess).<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Enquanto isto, Georgiana somente consegue dar a luz a duas meninas (para imensa, profundíssima decepção do duque) e sofre vários abortos. Mas está decidida a partir para os braços de Charles Grey – se chegar a um &#8220;acordo&#8221; com o duque&#8230;<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><span style="color:black;"><span style="text-decoration:underline;">Avaliação</span>: O filme começou meio lento, mas foi se tornando quase um suspense, com a torcida para que Georgiana conseguisse livrar-se do duque e ficar com seu amado (que, aliás, amava imensamente e arriscaria sua incipiente carreira política para ficar com ela). É revoltante ver como o dinheiro e o machismo tinham tanta influência. Na política, poucos eram os que podiam votar e mulheres não estavam entre estes – mas a duquesa conseguiu cultivar um participação relevante –, devido à sua presença e falas cativantes. Na figura de Lady Bess, vemos o lado machista da sociedade com mais intensidade, pois seu marido cultivava amantes e abusava de sua posição, espancando a mulher e tirando-lhe o sustento e, principalmente, o direito de ver seus filhos, quando ela resolveu dar um &#8220;basta&#8221;. As únicas mulheres no país com poder de mando até meados do século XX devem ter sido as rainhas (e algumas amantes de nobres). Mas uma das raras (e tocantes) falas do duque mostra como, apesar das mulheres e de todo poder político, financeiro, faltava a ele também o sabor da liberdade, preso que estava aos rituais sociais da época. Meu entusiasmo já crescente pelo filme chegou ao ápice com esta fala e com as poucas linhas que precediam os créditos e falavam sobre o destino dos personagens. Uma aula de história, sobre discriminação e sobre a ditadura dos costumes. Era bem o estilo da Sarah, mas este ela não viu&#8230;</span><br />
		</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><span style="text-decoration:underline;">Curiosidade</span>: Sarah Ferguson (&#8220;Fergie&#8221;), casada com o Príncipe Andrew, era parente de Lady Di, por parte de Georgiana. E Charles Grey, o conde de Grey, é quem dá o nome ao famoso chá Earl Grey.<br />
</span></p>
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		<title>Falando Grego (My Life in Ruins)</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 03:45:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rblatt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comédia]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Romance]]></category>

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		<description><![CDATA[Falando Grego (My Life in Ruins), comédia romântica de Donald Petrie, 2008.
		C
		
Enredo: A professora de história Georgia (Nia Vardalos) mudou-se dos EUA para a Grécia, atrás do seu amor; perdeu o amor e o emprego de professora e acabou tendo que se tornar guia turística. Mas seus conhecimentos sobre a Grécia antiga e ruínas são [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rblatt.wordpress.com&blog=4719784&post=1816&subd=rblatt&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><strong>Falando Grego (My Life in Ruins)</strong>, comédia romântica de Donald Petrie, 2008.</span><br />
		<span style="font-family:Wingdings;font-size:20pt;background-color:yellow;">C</span><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><br />
		</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><span style="text-decoration:underline;">Enredo</span>: A professora de história Georgia (Nia Vardalos) mudou-se dos EUA para a Grécia, atrás do seu amor; perdeu o amor e o emprego de professora e acabou tendo que se tornar guia turística. Mas seus conhecimentos sobre a Grécia antiga e ruínas são inúteis diante de turistas que buscam diversões mais mundanas, como comprar suvenires e beliscos; assim, sua insistência em narrar o que há por trás das ruínas lhe rende péssimas avaliações dos clientes. Já o seu rival, o guia Nico (Alistair McGowan), recebe os maiores elogios, pois, se não tem paciência para contar histórias, tem bom humor e conhece todas as lojas para turistas. Para piorar a situação de Georgia, Nico está disposto a sabotá-la ao máximo, e, para isto, conta com a ajuda da chefe (Bernice Stegers), que já se cansou das más avaliações da coitada. As táticas incluem deixar para Georgia um ônibus aos pedaços e com ar condicionado em frangalhos; reservar um hotel pior ainda; e reservar-lhe um bando de turistas chatos. O grupo que lhe é destinado conta com americanos com piadinhas insossas (Rachel Dratch e Harland Williams) e mulherengos (Jareb Dauplaise e Brian Palermo), ingleses antipáticos (Caroline Goodall e Ian Ogilvy) com uma filha adolescente de cara amarrada (Sophie Stuckey), australianos (Simon Gleeson e Nathalie O&#8217;Donnell) cujo inglês nem os americanos entendem, divorciadas à procura de romance (María Botto e María Adánes), uma velhinha (Sheila Bernette) perita em furtar lojas de suvenires e o solitário Irv (Richard Dreyfuss), que vive contando piadas que nem sempre agradam. Para arrematar a trupe, um motorista de nome estranho, Poupi Kakas (Alexis Georgoulis), com cara de abominável homem das neves e calado como ele só. Mas é de onde menos se espera que vêm as melhores surpresas e Irv e Poupi serão os catalisadores de interessantes mudanças. Daí poderá sair um passeio agradável, com direito à descoberta do amor.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><span style="color:black;"><span style="text-decoration:underline;">Avaliação</span>: </span>Pensei: &#8220;Mais um filme sobre gregos com a Nia Vardalos? Ah, desta vez não terá o pique de &#8220;Casamento Grego&#8221;"&#8230; Mas saiu uma obra gostosa, novamente produzida pelo casal Tom Hanks e Rita Wilson. Não se compara a &#8220;Casamento Grego&#8221;, mas é bem gostoso. A Sarah gostou, sem dar uma nota especial. Minha mãe já vira e gostara, mas mais por causa das paisagens. Eu nem vi tantas delas, só um pouco do belo mar, das tradicionais e atraentes casinhas brancas e algumas das portentosas ruínas, o que até me atraiu, mas não tanto como o romance, os lances cômicos (vários e bem <em>light</em>, ao longo do filme), as gozações sobre as características de cada nacionalidade naquela Torre de Babel e principalmente o enredo bem engendrado, centrado na procura do amor por Georgia, e no drama pessoal de Irv, interpretado com carinho por Richard Dreyfuss. Aliás, cada ator naquele ônibus consegue seu momento de brilho em pelo menos uma cena divertida. Não será um clássico, mas vale super a visita. Pena que esteja em fim de carreira nos cinemas.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Ah, claro, o título. A &#8220;tradução&#8221; ficou boa, mas o original, com seu duplo sentido, é mais legal.<br />
</span></p>
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		<title>Free – Grátis, o Futuro dos Preços (Free)</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 01:38:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rblatt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Free – Grátis, o Futuro dos Preços (Free), uma análise da Economia do Grátis, dos seus primórdios aos tempos da internet, de Chris Anderson, editor-chefe da revista Wired, 2009. C
		

 
Chris Anderson, que já conseguira tornar seu &#8220;A Cauda Longa&#8221; um best-seller, repetiu o feito com &#8220;Free&#8221;. O tema despertara minha curiosidade, mas fui &#8220;empurrado&#8221; de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rblatt.wordpress.com&blog=4719784&post=1803&subd=rblatt&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><strong>Free – Grátis, o Futuro dos Preços (Free), </strong>uma análise da Economia do Grátis, dos seus primórdios aos tempos da internet, de Chris Anderson, editor-chefe da revista <em>Wired</em>, 2009. </span><span style="font-family:Wingdings;font-size:20pt;"><span style="background-color:yellow;">C</span><br />
		</span></p>
<p style="text-align:justify;">
 </p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Chris Anderson, que já conseguira tornar seu &#8220;A Cauda Longa&#8221; um <em>best-seller</em>, repetiu o feito com &#8220;Free&#8221;. O tema despertara minha curiosidade, mas fui &#8220;empurrado&#8221; de vez à leitura pelo Vander, em meio às aulas de guitarra. Ainda bem&#8230; O livro é ótimo e tem pouquíssimos trechos onde o &#8220;economês&#8221; fala mais alto – e, mesmo assim, o autor explica bem os termos, o que ajudou a reforçar os conceitos que, coincidentemente, acabara de ver no meu MBA&#8230;<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">A idéia básica é que largura de banda de transmissão, capacidade de armazenamento e de processamento crescem de tal forma no mundo dos bits, que é inevitável que nos aproximemos do grátis como padrão na Economia. Apesar de isto parecer utópico, o autor dá exemplos convincentes, iniciando pela &#8220;economia dos átomos&#8221; (a das mercadorias e serviços que se podem chamar de clássicos), onde um dos maiores exemplos do &#8220;grátis&#8221; foi a distribuição de aparelhos de barbear da Gillette para que as lâminas fossem vendidas e dos livros de receitas gratuitas da Jell-O, com o intuito de despertar a curiosidade pelo produto (uma tradicional gelatina). Aborda também o Google e à Wikipédia, explicando que não é apenas o dinheiro que nos impulsiona, mas o recebimento de atenção e o crescimento de nossa boa reputação. Para chegar a isto, o autor não somente se apóia em grandes nomes da Economia, como também em psicólogos, como Abraham Maslow e sua hierarquia das necessidades.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Excelente sugestão de leitura, mesmo para quem repute suas idéias radicais ou avançadas demais ou ainda não seja muito chegado a livros técnicos.<br />
</span></p>
Posted in Livros, Negócios  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rblatt.wordpress.com/1803/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rblatt.wordpress.com/1803/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rblatt.wordpress.com/1803/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rblatt.wordpress.com/1803/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rblatt.wordpress.com/1803/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rblatt.wordpress.com/1803/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rblatt.wordpress.com/1803/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rblatt.wordpress.com/1803/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rblatt.wordpress.com/1803/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rblatt.wordpress.com/1803/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rblatt.wordpress.com&blog=4719784&post=1803&subd=rblatt&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Maus (Maus, a Survivor’s Tale)</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 01:36:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rblatt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Épico]]></category>

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		<description><![CDATA[Maus (Maus, a Survivor&#8217;s Tale), drama histórico em quadrinhos, de Art Spiegelman, 1991. C
		
Devo aos meus queridos afilhados de casamento Marjory e Marcelo, a dica deste excelente livro.

Art Spiegelman, vencedor do Pulitzer, teve uma idéia inusitada e valeu-se dos quadrinhos para transformar os nazistas em gatos, os judeus em ratos (&#8220;maus&#8221; significa rato, em alemão), [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rblatt.wordpress.com&blog=4719784&post=1802&subd=rblatt&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><strong>Maus (Maus, a Survivor&#8217;s Tale), </strong>drama histórico em quadrinhos, de Art Spiegelman, 1991. </span><span style="font-family:Wingdings;font-size:20pt;background-color:yellow;">C</span><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><br />
		</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Devo aos meus queridos afilhados de casamento Marjory e Marcelo, a dica deste excelente livro.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Art Spiegelman, vencedor do Pulitzer, teve uma idéia inusitada e valeu-se dos quadrinhos para transformar os nazistas em gatos, os judeus em ratos (&#8220;maus&#8221; significa rato, em alemão), os poloneses em porcos e os americanos em cães e, assim narrar as desventuras de seu pai, Vladek, e familiares sob o jugo de Hitler, na Polônia ocupada. A estória se passa primeiramente nas cidades, depois nos campos de concentração (em particular, Auschwitz). Apesar de tratar-se de quadrinhos e do uso dos animais parecer amenizar a tragédia, a história não nos poupa dos horrores das minorias perseguidas e dizimadas (aliás, muito longe disso, os relatos chegam a ser pesadíssimos), mostrando desde o morticínio dos bebês judeus sob as baionetas nazistas às agruras dos adultos. O autor mistura a história com momentos de sua própria vida junto do pai. Momentos difíceis, diga-se: sua mãe suicidou-se, a relação com o pai não era nada amena, o pai casou-se novamente e destratava a madrasta (outra judia sobrevivente de campos de concentração) e o próprio autor teve problemas que o levaram a um hospital psiquiátrico. Resultou disto uma narrativa tocante, triste e sensível, um efetivo testemunho de algo que nunca deverá ser esquecido.<br />
</span></p>
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