Textos categorizados 'Ficção Científica'

Eu, Robô (I, Robot)

Eu, Robô (I, Robot), suspense de ação de Alex Proyas, com Will Smith, Bridget Moynahan, Alan Tudyk, Bruce Greenwood, Chi McBride, Fiona Hogan e ponta de James Cromwell. C

Enredo: Quando os detetive Del Spooner é chamado para investigar o aparente suicídio de seu amigo, o cientista Alfred Lanning (Cromwell), criador dos robôs da U. S. Robotics, ele logo suspeita tratar-se de um assassinato, a seu ver cometido por algum robô “rebelde” – ainda mais porque ele desconfia dos robôs e não crê que eles realmente sigam as três leis que deveriam seguir (obs: extraído de HYPERLINK http://www.din.uem.br/~ia/a_correl/classicos/Pesquisadores-Asimov.htm
http://www.din.uem.br/~ia/a_correl/classicos/Pesquisadores-Asimov.htm
):

  • Primeira Lei – Um robô não pode causar dano a um ser humano nem , por omissão, permitir que um ser humano sofra.
  • Segunda Lei – Um robô deve obedecer às ordens dadas por seres humanos, exceto quando essas ordens entrarem em conflito com a Primeira Lei.
  • Terceira Lei – Um robô deve proteger sua própria existência, desde que essa proteção não se choque com a Primeira nem com a Segunda Lei da robótica.

A cientista Susan Calvin (Moynahan), inicialmente desconfia  de que Spooner seja paranóico (e ele nunca revela o porquê de seu preconceito contra os robôs), mas começa a ver pistas de que ele talvez tenha razão, algo em que o superior do detetive (McBride) reluta em acreditar. Spooner sai à caça de suspeitos e logo topa com um robô que parece possuir vida própria, Sonny (Tudyk) – o suspeito ideal. Mas será que a mensagem holográfica deixada por Lanning antes de morrer guarda alguma pista? Ou é este robô quem pode dizer algo – se é que não é ele o assassino? E, neste caso, por quê? E por que o dono da fábrica (Greenwood) quer tanto impedir as investigações? É ele quem está programando a central de controle de robôs V.I.K.I. (Hogan) enviar robôs para matar o detetive? Com tantos suspeitos e com seu preconceito contra robôs atrapalhando seu juízo da situação, vai ser difícil para Spooner descobrir o que se passa.

Avaliação: Suspense de primeira, cheio de ação, que a Sarah achou melhor não ver, quando passou no cinema. Perdemos um dos melhores filmes que já vi na vida – ainda bem que pegamos no vídeo. Smith está ótimo e o robô Sonny realmente faz a gente acreditar que ele seja humano. O filme levanta a grande dúvida sobre os robôs: o que os distingue de um ser humano, onde estão os limites?

Os Olhos de Laura Mars (Eyes of Laura Mars)

Os Olhos de Laura Mars (Eyes of Laura Mars), suspense policial de Irvin Keshner, com Faye Dunaway, Tommy Lee Jones, Brad Dourif e ponta de Raul Julia.

Enredo: Quando as pessoas do círculo profissional da aclamada fotógrafa Laura Mars (Dunaway) começam a morrer nas mãos de um serial killer, ela começa a ter visões, como se estivesse vendo as mortes através das lentes de sua máquina – e talvez ela as esteja vendo enquanto ocorrem. O policial que cuida do caso (Jones) demora, mas começa a acreditar que ela tenha este poder e procura protegê-la do assassino, ao mesmo tempo em que se envolve sentimentalmente com ela. O assassino seria o ex-marido de Laura (Julia), que leva uma vida de gigolô com uma das amigas dela? Ou seria o motorista de Laura, um ex-presidiário (Dourif)? Ou alguém atiçado pelo erotismo e violência contido nas fotos?

Avaliação: A solução do crime é interessante e o suspense é bom, mas o romance entre o policial e sua testemunha começa “do nada”, sem que eles tenham mostrado algum envolvimento mais firme. Eu já tinha assistido e gostado. Agora, vi com a Sarah. Nada de excepcional, mas gostamos.

Aviso Mortal (Warnings)

Aviso Mortal (Warnings), suspense de ficção cientifica de Christian McIntire, com A. J. Buckley e Billy Zane, com “micro ponta” de Stephen Baldwin (só para ter um Baldwin nos créditos?). D

Enredo: Layne (Buckley), na companhia de cinco colegas, vai assumir a fazenda que seu primo (Baldwin) lhe deixou antes de se acidentar com o jipe no campo de milho. Mas foi acidente? Não é o que indicam os vídeos deixados pelo primo, que apontam para criaturas que ele estaria caçando na fazenda – daí o sofisticado sistema de alarme instalado. Quando os sinais vão ficando cada vez mais evidentes (círculos estranhos e vem feitos que aprecem na plantação da noite para o dia, disparos do alarme, vultos…), eles percebem que há algo realmente estranho e apelam para o xerife local (Zane). Vão conseguir agüentar ficar até pôr ordem na fazenda?

Avaliação: Se você já viu o mediano “Sinais” de M. Night Shyamalan, nem se dê ao trabalho de ver esta decepção, uma cópia(?) mal feita. O clima de suspense até que é bom, mas personagens mal desenvolvidos e romances sem química, declarações de amor que não convencem, ET’s mal feitos e um fraco desenrolar do filme após o contato com eles põem tudo a perder.

Os Esquecidos (The Forgotten)

Os Esquecidos (The Forgotten), drama de suspense e ficção científica de Joseph Ruben, com Julianne Moore, Dominic West, Gary Sinise, Alfre Woodward, Linus Roache, Anthony Edwards e Christopher Kovaleski.

Enredo: Telly Paretta (Moore) está em tratamento psiquiátrico com o Dr. Munce (Sinise), pois é a única que acredita que teve um filho (Kovaleski) que teria morrido aos 9 anos. Todos tentam convencê-la de que ela tem um trauma pós-traumático após o aborto que teria sofrido. Nem seu marido (Edwards) não sabe mais o que fazer quando ela o acusa de apagar as fitas de vídeo e destruir os álbuns com as fotos do filho. Seu consolo são os encontros casuais com um vizinho de bairro, Ash Correll (West), com quem conversa sobre o filho, mesmo que ele não entenda o que aquela “maluca” quer com ele. Mas e se ele percebesse que podia entendê-la? E se fossem dois casos de pessoas que acham que tiveram filhos que morrerem na mesma idade? E se o pessoal da Agência de Segurança Nacional (NSA) estivesse atrás deles? Seria possível começar a acreditar nas estórias de Telly? Com a ajuda da detetive Ann Pope (Woodward), Telly vai atrás do que teria acontecido com o fatídico vôo que teria matado seu filho e outros colegas da escola. Mas, além de enfrentar o pessoal da NSA, terá que enfrentar um misterioso sujeito (Roache), que parece surgir do nada e sumir de repente, sempre que ela está atrás das pistas que parecem levá-la à verdade.

Avaliação: Meu pai detestou (no meio do filme, já percebemos que não seria o estilo dele), minha mãe achou médio, mas concordou comigo e com a Sarah que o clima de suspense e os sustos são muito bons. A Sarah e eu gostamos, mas achamos que a solução do mistério poderia e deveria ter seguido outro caminho. Como suspense é muito bom, mas o enredo deixa a desejar, quando descola da realidade. Algumas cenas são ótimas, outras nem deveriam ter sequer sido pensadas. Em suma, ficamos na dúvida sobre recomendar ou não (apesar de, como mencionado antes, ter um ótimo clima de suspense e uma temática interessante, o amor profundo que une mãe e filhos e que não pode ser apagado).


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