Textos categorizados 'Musical'

Burt Bacharach

Burt Bacharach, apresentação do maestro em São Paulo, abr/09.

Avaliação: Desta vez, não é um filme, mas um show ao vivo que comento. Depois de 30 anos (??), o “Oscarizado” (três Oscar e três indicações, além de um Grammy e outros prêmios) maestro/compositor/arranjador voltou ao Brasil para apresentações em algumas capitais, duas delas em São Paulo. Noventa minutos de ótimas músicas (e serviu para eu descobrir mais alguns clássicos de sua autoria), com o maestro mostrando vigor nos seus quase 81 anos de idade. Invejável! No lado negativo, apenas o fato de que as canções que eu acho mais divertidas (como “What’s New, Pussycat”) ou bonitas (“Do You Know The Way To San Jose”, “Trains & Boats & Planes”, “What The World Needs Now Is Love” e “I Say A Little Prayer”) terem sido restritas a medleys. Depois de tanto tempo ausente, bem que o maestro poderia tê-las tocado por inteiro. Mas o show fez sucesso com o público, que lotou o caríssimo HSBC Brasil, e particularmente, com a Sarah, minha mãe, minha sogra, o querido casal Ozi e Bina e comigo. Se Bacharach fez versões reduzidas das minhas preferidas, pelo menos repetiu “Raindrops Keep Fallin’ on My Head” (Oscar de 1969) ao final do show, para que todos pudessem acompanhá-lo. Para coroar o show, só mesmo se tivéssemos Mike Myers em sua performance de “What’s New Pussycat” (música que lhe deu a primeira indicação ao Oscar) e Dionne Warwick acompanhando Bacharach.

Propaganda do Focus

Para os fãs de “Happy Together”, com The Turtles, a propaganda do Focus 2009 é o máximo. Vejam vídeo em http://br.youtube.com/watch?v=VLmJHsWM-LQ. Eu adorei a criatividade do anúncio e a trilha. E o pessoal cantando junto empolga demais, não?

Chicago (Chicago)

Chicago (Chicago), comédia musical de Rob Marshall, com Renée Zellweger, Catherine Zeta-Jones, Richard Gere, John C. Reilly, Queen Latifah.

Enredo: Na Chicago dos anos 30, Velma Kelley (Zeta-Jones) é uma dançarina famosa de cabarés meio suspeitos; ela tem um show de sucesso com a irmã, mas, ao flagrar esta com seu (de Velda) marido na cama, mata os dois e vi presa. Na prisão, com a ajuda de uma carcereira corrupta (Queen Latifah), ela leva uma vida de rainha. E sabe que vai ser libertada, pois conta com a ajuda de Billy Flyn (Richard Gere), um advogado caro e safado, mas que sabe como atrair a mídia e inocentar suas clientes. Roxie Hart (Renée Zellweger) é uma corista de segunda que mata seu amante, ao descobrir que as promessas de carreira dele eram só um jeito de levá-la para cama. O tonto marido de Roxie (John C. Reilly) quase assume o crime, mas o policial que investiga o caso consegue descobrir a verdade. E lá vai Roxie para a mesma cadeia de Velma. Lá, ela consegue seduzir o advogado de Velma para ajudá-la, apesar de não ter dinheiro algum, já que ela tem uma boa dose de charme. E aí começa a disputa entre Velma e Roxie pelos favores do advogado, para ver quem consegue atrair mais os seus talentos e se livrar da pena de morte. Velma vai perdendo a luta e caindo no esquecimento, até que…

Avaliação: Apesar de eu geralmente não gostar de musicais, gostei do filme; nada de mais, mas a trama é boa, pois é interessante de se ver quem vai se sair melhor ao tentar cair nas graças do advogado e, mais legal ainda, ver as safadezas que ele consegue inventar para livrar suas clientes da pena de morte. Gostei também de ver as danças dos três atores principais, mesmo não curtindo o estilo; eles tiveram que treinar muito para isto (não eram do ramo…). Em resumo, o filme não prende tanto a atenção, mas tem umas cenas engraçadas (mais as do Richard Gere), um show de interpretação das atrizes (e dele também) e uma trama de tribunal bem montada. A Sarah achou muito ruim, ainda mais porque não gosta de musicais. Por outro lado, um casal de amigos dos meus pais achou ótimo. Consegui confundir?

Abaixo o Amor (Down With Love)

Abaixo o Amor (Down With Love), comédia romântica, do tipo musical dos anos 50.

Enredo: Filme do tipo daqueles de Rock Hudson e Doris Day, com cores e figurinos da época. Uma escritora feminista ao extremo (Renée Zellweger) e um repórter anti-feminista ao extremo (Ewan McGregor), que vai escrever sobre o livro dela, vão começar uma batalha sem fim. Ou o fim será aquele que esperamos?

Avaliação: Começa bem engraçada e simpática, mas a guerra dos sexos vai perdendo a graça e o pique. A Sarah adorou, mas ele decaiu mesmo.

O circo do Seu Leu

TEATRO INFANTIL: repasso dica do meu amigo Rubens Krausz:

Peça infantil: O Circo do Seu Leu,no teatro Alfa, é ótima, criativa e bem humorada, com musica boa e cenário tb. Até os adultos se divertem.”


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