Textos categorizados 'Psicológico'

Eclipse Total (Dolores Claiborne)

Eclipse Total (Dolores Claiborne), suspense dramático de Taylor Hackford, baseado em Stephen King.

Enredo: Quando sua mãe (Cathy Bates) é acusada do assassinato da patroa, uma jornalista (Jeniffer Jason Leigh) é obrigada a voltar para sua pequena cidade natal, já que não há ninguém para defender a mãe. Ela vivia sozinha com a velha megera e elas tinham uma relação de amor e desprezo mútuos, sendo também confidentes. Mas as provas apontavam para a criada, ainda mais porque ela não faz questão nenhuma de ser simpática e já fora acusada da morte do próprio marido (David Strathairn), anos antes. Mas ela o matara mesmo ou isto fora um acidente? Autodefesa, já que ele bebia e a agredia e talvez estivesse abusando da filha? O policial responsável pelo caso (Christopher Plummer) não está interessado nestas divagações e quer, desta vez, prender Dolores, responsável pelo único caso insolúvel de sua carreira. E, assim, apesar de não querer mais confrontar o passado, as circunstâncias da morte do pai e nem sua mãe, Selena talvez tenha que fazê-lo e ajudar nas investigações – e reabrir feridas.

Avaliação: Baseado em Stephen King, este suspense foge da linha normal do autor. É um pouco lento, um bom drama, mas nada demais, tanto que mal me lembrava de tê-lo visto no cinema. Já a Sarah gostou bastante.

Vidas Paralelas (Passion of Mind)

Vidas Paralelas (Passion of Mind), suspense romântico e psicológico de Alain Berliner. C

Enredo: Marie (Demi Moore) é uma jovem viúva americana que vive no campo, na França. Ela tem duas filhas pequenas e vive das críticas literárias que escreve para o New York Times. Ela é sutilmente abordada por um dos alvos de suas críticas, William Granther (Stelan Skarsgård); ele se sentiu ferido, mas ela o atrai – aliás, ambos se descobrem atraídos mutuamente. Mas ela logo lhe conta que ela tem duas vidas: a segunda dela ocorre em seus sonhos e lá ela é Marty, uma bem sucedida agente literária de Nova Iorque. O que fere William não é que ela pareça louca, mas que ela confesse que Marty esteja se envolvendo com seu contador, Aaron (William Fichtner).

Por seu lado, Marty não demora a contar a Aaron que tem uma outra vida em seus sonhos, na França.. Aaron é mais receptivo quanto a isto, mas Marty e Marie precisam definir qual vida é a verdadeira, sob o risco de perder ambos os homens de suas vidas, pois se a pessoa verdadeira deixar seu amor partir, sobrará só o amor do sonho e este ruirá com certeza.

Avaliação: Excelente, vimos de novo, passados cinco anos, e valeu a pena. Os romances são bem construídos, e eles são bem diferentes: uma é um amor mais “prático”, bem ao estilo de nova Iorque, o outro é mais envolvente, mas ambos são a felicidade da personagem. E a explicação para o suspense é bem feita – e também muito bonita.


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