Textos categorizados 'Sobrenatural'

Maldição (An American Haunting)

Maldição (An American Haunting), suspense de terror de Courtney Solomon.

Enredo: “Baseado nos eventos reais do único caso na história americana onde um espírito causou a morte de um homem.”. Tennessee, 2006. Uma adolescente (Rachel Hurd-Wood) tem constantes pesadelos com uma pessoa igual a ela, mas na forma de um fantasma. Sua mãe a conforta, e, sabendo tratar-se de algo que tem a ver com a casa onde vive com a filha, passa a investigar um diário de antepassados da família. Descobre que, cerca de 200 anos antes, John Bell (Donald Sutherland) e a sua posseira Kathe Batts (Gaye Brown) haviam tido uma discussão sobre juros num empréstimo que ele lhe fizera, a qual fora arbitrada por um tribunal religioso. Apesar de a decisão ter sido aparentemente equilibrada, Kathe Batts, tida como bruxa, ficara rancorosa e avisara Bell de que uma maldição se abateria sobre ele a e filha mais velha, Betsy Bell (novamente Rachel Hurd-Wood). E, então, terríveis fenômenos passam a ocorrer na casa dos Bell. Ruídos estranhos, lobos que uivam estranhamente, mas que não são vistos e, finalmente, Betsy é atacada por alguma entidade invisível todas as noites. Sua mãe (Sissy Spacek) e pai sentem-se impotentes e a ajuda do amigo James Johnston (Matthew Marsh), que tenta exorcizar a casa, não surte efeito algum. Pelo contrário, a entidade ataca todos os que tentam proteger Betsy. Seu professor, Richard Powell (James D’Arcy), que está apaixonado por ela e está envolvido com a família, resolve ajudar à sua maneira racional, procurando explicações cientificas para os fenômenos, mas acaba percebendo que se trata de algo além de suas possibilidades de racionalizar. O terror aumenta e John Bell resolve apelar para a “bruxa”, para que ela o puna e o livre da maldição. Mas, seja lá o que for que está na casa, a entidade parece exigir a vida do patriarca Bell. E as explicações podem ter razões mais profundas e terríveis do que a maldição de uma bruxa por causa de um acerto de dívida.

Avaliação: Quando passou no cinema (creio que em 2006), hesitei em assistir o filme e, como ele ficou pouco tempo em cartaz, nem tive muito tempo para vacilar… Passados cerca de dois anos, passou no SBT e nem me toquei que era o filme que eu quisera assistir. Como as cenas eram escuras e sombrias, a Sarah não quis vê-lo. Eu arrisquei – e gostei. As críticas que li sobre ele não foram favoráveis, mas ele assusta – e bastante. Ainda mais quando você vai logo sendo informado de que é baseado em fatos reais – ok, quando se trata de religião, sempre pode haver exageros, mas… Fiquei preso da primeira à última cena. E tem um arremate como o de “A Hora do Pesadelo”, bem montado…


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