Mulher-Maravilha (Wonder Woman)


Mulher-Maravilha (Wonder Woman), aventura e ação de ficção baseada em personagem da DC Comics, de Patty Jenkins, 2017.

ENREDO: Hipólita (Connie Nielsen), rainha das imortais amazonas, sempre evitou que a filha Diana (Lilly Aspell) fosse preparada para o combate. Mas como vencer a vontade da jovem? Assim, ela é treinada pela tia, a valorosa Antíope (Robin Wright). Agora uma adulta, Diana (Gal Gadot) é a melhor guerreira entre as amazonas e está ciente de que caberá a ela derrotar Ares, o deus da guerra – quando chegar a hora certa.
E ela chegou… É a Primeira Guerra Mundial, a “guerra para acabar com todas as guerras”, e o piloto americano Steve Trevor (Chris Pine), perseguido pelos alemães, cai nas águas da ilha de Temiscira e é resgatado por Diana. Submetido ao laço da verdade das amazonas, ele revela que estava em missão de espionagem contra os alemães e que havia roubado da Dra. Isabel Maru (Elena Anaya) a fórmula para a fabricação da arma biológica mais poderosa já inventada. Para Diana, está claro que esta é a guerra que teria que lutar um dia e ela deixa o conforto da ilha e parte junto de Trevor para a frente de batalha. Antes, eles terão que passar por Londres e convencer Sir Patrick Morgan (David Thewlis) de que o armistício proposto pelas Potências Centrais jamais vingará, pois a Dra. Maru e seu chefe, o, General Erich Ludendorff (Danny Huston) estão prestes a criar uma versão mais potente ainda da fórmula roubada pelo piloto. Para Diana não há mais dúvida: o General Ludendorff é o temível deus da guerra a quem cabe a ela derrotar para que a paz reine entre os humanos.

TRAILER: https://youtu.be/I6Gj8Fvukk4

AVALIAÇÃO: Uma boa explicação sobre a origem da Mulher-Maravilha, depois muita ação e aventura (talvez com algum excesso de cenas em câmera lenta) e vilões bem escolhidos. Gal Gadot e Chris Pine se bastariam como o lado “do bem” e os papeis dos seus companheiros de luta, Sameer (Said Taghmaoui), Charlie (Ewen Bremner) e O Chefe (Eugene Brave Rock) acabaram soando supérfluos e nem chegam a criar empatia. É também a dupla protagonista que dá os simpáticos toques cômicos, quando o piloto tenta disfarçar a flagrante falta de ambientação da deusa com a agitada Londres e o mundo dos humanos.
Quanto aos efeitos da sala de cinema, o 3D ajuda, mas o 4D, proporcionado pelas cadeiras vibratórias, parecia um tanto aleatório e não encaixava bem com as cenas.

 

 

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Sobre Roberto Blatt

Sou formado em Engenharia Eletrônica pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (POLI-USP), tenho M.S. in Computer Systems and Information Technology pela Washington International University e MBA em Administração de Empresas pela FGV. Tenho mais de 25 anos de experiência profissional na área Administrativa Financeira, desenvolvidos em empresas nacionais e multinacionais dos segmentos automotivo, eletroeletrônico e serviços, vivenciando inclusive o start-up, dentro dos aspectos administrativos e financeiros e tendo atuado na gestão de equipes das áreas Administrativa, RH e Pessoal, TI, Financeira, Comunicação e Compras. Professor no Pós-Admn da FGV em Liderança & Inovação e Gestão de Pessoas. Para acessar meu blog com comentários e críticas sobre cinema, cliquem aqui ou, para artigos sobre Administração, Tecnologi a eresenhas de livros, em aqui .
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