Cartas

http://vejasp.abril.com.br/materia/cartas-da-edicao-2373

› Ivan Angelo

Em sua crônica “Silêncio” (14 de maio), Ivan Angelo conseguiu ser abrangente e sucinto ao narrar as mazelas que nos impõe a falta de cidadania daqueles que não sabem que sua liberdade acaba onde começa a dos outros. Roberto Blatt

Você S/A março/10 (não disponível no site)

Mais do que um manual de networking, a reportagem Conexões para o Sucesso (janeiro) nos apresenta um verdadeiro guia que pode ser aplicado em todo o nosso convívio social. São regras para uma boa educação!

Roberto Blatt

 

ÉPOCASP março/11

http://revistaepocasp.globo.com/Revista/Epoca/SP/0,,EMI213287-15389,00-CARTAS.html

Excelentereportagemsobre a aquisição do primeiro cachorro. Creio que valeria uma continuação no que tange à adoção – não somente de cães, mas de gatos –, mostrando o trabalho das ONGs nesse sentido. Seria também uma oportunidade para promover a Cãominhada dos domingos, ocasião ímpar que os cães do Centro de Controle de Zoonoses têm de passear, socializar com os humanos e que também serve de vitrine para uma possível adoção. Além de fazer um grande bem à mente e ao corpo dos passeadores…

— Roberto Blatt

 

 

VEJA SP 16/02/11

http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-2204/cartas-sobre-edicao-2203
Walcyr Carrasco
A crônica “Golpes na internet” (9 de fevereiro) aborda o lado oculto da engenharia social e do uso das técnicas de convencimento. Basicamente, o receptor de tais mensagens deve suspeitar e perguntar-se: “Por que fui o escolhido?”. Alguns e-mails falam sobre senhas de banco vencidas, outros sobre esquemas para ganhar dinheiro… Há ainda os que, mesmo quando não têm a intenção de roubar dados ou dinheiro, pretendem espalhar informações falsas, pelos mais diversos motivos. A engenhosidade e a ingenuidade humana não têm limites.
ROBERTO BLATT

VEJA 03/11/10

http://www.veja.com.br/acervodigital/home.aspx –> edição 2189

Especial “Combustíveis Limpos”

A reportagem especial de 27 de outubro nos dá a esperança de ver um mundo com menos poluição do ar, menos barulho e menos petrochantagem.

ROBERTO BLATT

São Paulo, SP

VEJA SP  11/08/10

http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-2177/cartas-sobre-edicao-2176

Ivan Angelo

Ao ler os artigos das leis pinçados magistralmente pelo cronista Ivan Angelo (“Preciosidades perdidas”, 4 de agosto), pensei estar diante de peças de ficção. Foi preciso ler os números entre parênteses para perceber que eu estava errado. Triste…

ROBERTO BLATT

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VEJA 21/07/10

http://www.veja.com.br/acervodigital/home.aspx –> edição 2174

Carta ao Leitor

A Carta ao Leitor “O ímpeto liberticida” (14 de julho) deveria ser emoldurada e colocada ao lado da foto do Presidente n os órgãos públicos, para lembrar a todos o destino dos que tentaram suprimir as liberdades. Aliás, por uma feliz coincidência, a data de capa da edição 2173 de Veja evoca a Queda da Bastilha.

ROBERTO BLATT

São Paulo, SP

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VEJA SP  14/04/10

http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-2160/cartas-sobre-edicao-2159

Walcyr Carrasco

Walcyr Carrasco faz um retrato tristemente sábio e preciso da vida empresarial (“Loucos por reuniões”, 7 de abril).

ROBERTO BLATT

Você S/A março/10 (não disponível no site)

Em Transição

Desejo muito sucesso à executiva Júlia D’Urzo em sua nova fase da carreira (Ninguém É Ativo Fixo, Fevereiro). Ao preparar com cuidado seus colegas e compartilhar suas experiências, ela mostra ser o tipo de pessoa que torna mais humana a atividade de RH.

Roberto Blatt, São Paulo, SP


VEJA SP  10/03/10

http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-2155/cartas-sobre-edicao-2154

Ivan Ângelo

Há que ouvir sempre ambos os lados de qualquer questão. Mas, do que se percebe na crônica “Ânimos exaltados” (3 de março), fica a pergunta: com que moral a tenente e seus subordinados irão às ruas cumprir sua função? Como agir, sabendo que não podem exercer sua autoridade na plenitude, com uma espada sempre pairando sobre sua cabeça?

VEJA SP  18/11/09

http://vejasaopaulo.abril.com.br/revista/vejasp/edicoes/2139/a-opiniao-do-leitor-2139-512079.html

Mistérios da Cidade

A criação do Museu Judaico de São Paulo é uma iniciativa elogiável, que representa não somente a preservação da memória de uma comunidade como também a de toda uma cidade (‘ Vem aí o museu judaico de São Paulo’ , 11 de novembro).

ROBERTO BLATT

Você S/A novembro/09 (não disponível no site)

Quando se fala em sustentabilidade, o que se vê são ações de marketing voltadas essencialmente para o meio ambiente e com principal objetivo de melhorar a imagem de quem as executa (Bom para Você, Bom para o Planeta, outubro). É por isto que julgo indispensável pensar em como aplicar a sustentabilidade na relação com fornecedores, chefes, consumidores, equipe e sociedade, como foi mostrado na matéria, pois abre novos horizontes, exigindo ações mais amplas e sinceras, nem todas permitindo a visibilidade naturalmente desejada pelas organizações.

Roberto Blatt, SP

VEJA 11/11/09

http://veja.abril.com.br/111109/leitor.shtml

SobeDesce

Com o apoio de Chico Buarque ao MST (SobeDesce, 4 de novembro) e de Oliver Stone e Sean Penn a Chávez, fica claro que ser artista cult não significa necessariamente ser inteligente ou culto.
Roberto Blatt
São Paulo, SP

 

VEJA SP  07/10/09
(http://vejasaopaulo.abril.com.br/revista/vejasp/edicoes/2133/cartas-2133-502833.html)
Ivan Ângelo
Mais uma excelente crônica de Ivan Angelo (‘A evolução do flanelinha’, 30 de setembro). Quanto ao fato de os flanelinhas não estarem mais utilizando o instrumento que lhes deu o nome, discordo: eles ainda o usam, mas apenas para polir suas caras-de-pau.
ROBERTO BLATT

INFO Exame – Outubro/09 (http://info.abril.com.br/arquivo/2009/out.shtml – pg. 12)
Petrochantagem
A matéria Será o fim da gasolina? (setembro/09) é um alento. Os biocombustíveis servirão para resolver dois graves problemas do mundo moderno: a poluição e a “petrochantagem”, que leva governos democráticos a apoiar regimes tirânicos por causa do petróleo. Fico feliz que o Brasil faça parte da solução desses problemas.
Roberto Blatt
São Paulo (SP)

 

Você S/A setembro/09 (não disponível no site)
Ponto de Vista
Concordo plenamente com o embaixador Marcos de Azambuja (Estamos Recriando o Mundo, agosto): apesar de, por vezes, quase perder a esperança na Humanidade, fica-me nítido que há mais criação do que destruição. Guerras, ditaduras, perseguições e genocídios são freqüentes, mas não são a “marca registrada” do ser humano.

Roberto Blatt
São Paulo, SP
 

VEJA SP  09/09/09

(http://vejasaopaulo.abril.com.br/revista/vejasp/edicoes/2129/hospital-militar-496624.html) [A respeito de homenagem aos policiais militares feridos em combate e do hospital que os trata]

Uma justa e bela homenagem aos tombados em combate e aos que deles cuidam.
Roberto Blatt

 

INFO Exame – Agosto/09 (06/08/09: não disponível no site)

COREIA DO NORTE

A Info de julho/09 abordou os dois lados da preservação da intimidade com o advento da internet. Por um lado, como diz o artigo Cadê a Coreia do Norte?, deve-se poder expor regimes ditatoriais como o norte-coreano e o iraniano. Por outro, a reportagem A Tecnologia do Crime mostrou que quadrilhas usam o Google Earth para mapear falhas de segurança em condomínios. Estou com o autor do artigo. A multidão de beneficiados é maior que a de prejudicados.

ROBERTO BLATT

SÃO PAULO (SP)

ÉPOCA 13/07/09

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI81834-15219,00.html

“ÉPOCA trouxe uma pesquisa inédita com deputados e senadores, revelando suas opiniões sobre a corrupção, seus salários, redes de apoio e eficiência”

Carta da semana
“Depois de ler a reportagem e a coluna de Fernando Abrucio, tive a certeza de que os senhores congressistas é que habitam Neverland”
Roberto Blatt,
São Paulo, SP

Você S/A julho/09

O novo líder

O headhunter Luiz Cabrera toca em um ponto crucial na gestão de negócios (O Líder Sustentável, junho): para alguns gestores, somente a condução dos negócios com mão de ferro leva ao sucesso. Líderes que não estão focados nas pessoas não são sustentáveis.

Roberto Blatt, São Paulo, SP

VEJA 08/07/09

http://veja.abril.com.br/080709/leitor.shtml

Esperamos que a celeuma provocada pela morte do ídolo pop Michael Jackson alerte para o problema do mau uso dos medicamentos e da automedicação.

Roberto Blatt

São Paulo, SP


Você S/A janeiro/09

Sem modismos

É reconfortante ouvir vozes dissonantes como a do Professor Hermano Thiry-Cherques em Líderes pra Quê? (dezembro), questionando modismos como o culto à liderança. O líder é importante, mas não deve ser endeusado. Passamos a ter na palavra “líder” mais um chavão como “reengenharia” (que ele mesmo cita) ou obviedades como “foco no cliente”, “agregar valor”. Um componente de direção formal, com hierarquia convencional, também é, segundo o professor, uma receita para o êxito.

Roberto Blatt, São Paulo, SP

 

 

http://veja.abril.com.br/221008/leitor.shtml

Robert Shiller

O economista americano Robert Shiller (“Deixemos de lado as mitologias de esquerda e direita“, 15 de outubro) está certíssimo ao afirmar que é necessário disseminar informação. Como ele diz, “a maioria das pessoas que adquiriram hipotecas subprime não sabia que as taxas eram reajustáveis”. Quem oferece essas transações está vendendo um produto perigoso – uma potente bomba de efeito retardado – e deveria fornecer instruções bem claras, no lugar de simplesmente “lavar as mãos” ao coletar a assinatura num contrato.

Roberto Blatt

São Paulo, SP

 

http://veja.abril.com.br/081008/leitor.shtml

[“Pró-Culpa“, de J. R. Guzzo, 1º de outubro]

Num país onde há tanta desigualdade e tantos miseráveis e onde ganham as manchetes inúmeros casos de riqueza obtida através de meios ilícitos (ou, no mínimo, suspeitos), acabamos nos sentindo constrangidos ao expor qualquer sucesso, mesmo quando obtido por méritos próprios.

Roberto Blatt

São Paulo, SP

 

http://vejasaopaulo.abril.com.br/revista/vejasp/edicoes/2074/m0166140.html:

Walcyr Carrasco

Sua crônica “O desgaste das palavras” (13 de agosto) estava primorosa. Há tempos eu vinha lamentando a disseminação dos “grandes abraços” e das variantes, como “fortes abraços”. Ainda mais porque muitas dessas expressões vinham de pessoas com quem eu mal tinha contato e soavam como notas de 15 reais. Será que, ao vivo, alguém abraçaria com tal vigor? E o “beijo no coração”? Eu, hein? Nada de bactérias salivares no meu coração.

Roberto Blatt

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